Uma mãe de uma das alunas do Colégio Santo Agostinho, na Barra da Tijuca, Ceará, denunciou que um dos alunos supostamente envolvidos na divulgação de nudes falsos de colegas teria afirmado que não seria punido "porque é branco e rico". Cerca de 25 meninas teriam tido suas imagens editadas por meio de inteligência artificial. A mãe está preocupada com o uso dessas imagens em plataformas de conteúdo adulto e acredita que os responsáveis deveriam ser expulsos do colégio.
O caso está sendo investigado pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). As vítimas são alunas do 9º ano do ensino fundamental, com idades entre 14 e 16 anos. O colégio emitiu um comunicado afirmando que está apurando os fatos e tomando medidas disciplinares em conformidade com o regimento escolar. A direção do colégio pede a compreensão de todos os envolvidos e ressalta que atua no âmbito preventivo, promovendo a conscientização de atitudes e valores.
O episódio destaca a importância de abordar questões de cibersegurança, privacidade e responsabilidade online em ambientes educacionais para ajudar os alunos a entender os riscos e as consequências do compartilhamento inadequado de imagens e informações. A divulgação não consensual de conteúdo íntimo é um crime em muitas jurisdições e deve ser tratada com seriedade pelas autoridades escolares e policiais.
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