Centro-direita de Portugal sinaliza que vai isolar os extremistas do Chega no seu possível governo
Luís Montenegro, líder da Aliança Democrática (AD), declarou a vitória de seu partido nas recentes Eleições Legislativas, afirmando que assumirá o posto de primeiro-ministro sem buscar alianças com o Chega, partido de extrema-direita.
Ao lado de Nuno Melo e Gonçalo da Câmara Pereira, Montenegro enfatizou a conquista significativa de eleitores e mandatos para o PSD, apoiado pelo CDS e PPM, ainda aguardando os resultados dos círculos eleitorais no estrangeiro.
Afirmou a expectativa de ser nomeado primeiro-ministro por Marcelo Rebelo de Sousa, apelando aos demais partidos para respeitarem a decisão popular, conforme reportado pelo Sic Notícias.
Montenegro rejeitou a possibilidade de colaboração com o Chega, reiterando seu compromisso com a implementação de políticas inovadoras nas áreas econômica, saúde, educação, segurança, justiça e combate à corrupção.
Sublinhou a importância de um diálogo democrático para o avanço do país, destacando metas como o crescimento econômico, aumento dos salários, prevenção da emigração jovem, redução da carga fiscal e proteção aos idosos.
Entre as promessas de governo, Montenegro anunciou um programa emergencial na saúde nos primeiros 60 dias de mandato, medidas para estabilidade na educação pública, contenção do aumento de preços, melhorias nas condições de trabalho das forças de segurança, reforma do sistema de justiça e restauração da confiança nas instituições públicas.
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