Valdemar chama de 'bobagem' chance de Priscila Costa ser vice de Flávio

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Priscila costa

Valdemar chama de 'bobagem' chance de Priscila Costa ser vice de Flávio


O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, classificou como ‘bobagem’ a possibilidade de a vereadora Priscila Costa (PL-CE) ser vice na chapa de Flávio Bolsonaro à Presidência. A declaração foi dada à GloboNews nesta terça-feira (28).

Priscila Costa foi o pivô de uma crise entre o candidato e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que apoia a vereadora para o Senado. Flávio defende aliança com Ciro Gomes (PSDB) no Ceará, o que gerou desgaste na relação.

O prazo para definir a chapa termina em 5 de agosto, data final das convenções partidárias. Costa é vereadora em Fortaleza, vice-presidente nacional do PL Mulher e aliada próxima de Michelle. Ela é candidata a deputada federal.

O PL decidiu apoiar Alcides Fernandes para o Senado, em chapa com Ciro Gomes. Michelle resistia à aliança e defendia o nome de Costa.

A vereadora afirmou à GloboNews que fica feliz com a lembrança, mas que o foco é a campanha a deputada federal. Questionada se toparia a vice, disse que ‘nem pensou nisso’ e que não há nada concreto. Destacou que, desde janeiro, está na campanha de Flávio e atua na ponte com segmentos e igrejas evangélicas.

O nome de Costa já foi testado em sondagens internas do partido. Integrantes do PL veem o nome como competitivo, especialmente por ser mulher, nordestina, evangélica e aliada de Michelle.

Outra mulher cotada para a vice é a ex-presidente da Caixa Daniella Marques (Republicanos), que atua na campanha de Flávio na área econômica e discursou ao lado dele na convenção do PL no último sábado (25).

O apoio do Republicanos a Flávio, no entanto, enfrenta obstáculos, como a falta de acordos com o PL em estados como Mato Grosso e Sergipe. Marcos Pereira, presidente da sigla, consulta parlamentares para definir a posição.

Em meio a divergências, outro nome do PL que desponta é o do senador Rogério Marinho. Aliados próximos de Flávio veem o nome como competitivo, apesar da preferência do candidato por uma mulher na chapa, devido a dificuldades com o eleitorado feminino.

Alguns partidos que poderiam agregar tempo de TV a Flávio optaram pela neutralidade, como a Federação União Progressista e o MDB.

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